O PODER DO DINHEIRO

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Resolvi comemorar a chegada de 2008 em grande estilo, pelo menos para mim.
Queria foder, já que não podeia ser fodido, me despedindo do ano que passou
da forma que mais gosto.

Meus planos foram arruinados quando cheguei ao clube de sexo que havia mencionado em post anterior, que povo feio, que horror, sem querer me gabar, mas naquele lugar o melhor era eu mesmo, decepcionante, broxante, revoltante, quase perguntei se não estava no Castelo dos Horrores do Playcenter!!!

Apesar desse terrível contratempo, decidi
que minha putaria pré- 2008 não escorreria
pelo ralo. Ralo?!?

Essa palavra me lembrou chuveiro, água escorrendo, azuleijos,
toalhas, cacetes, bundas, abdômens, onde encontro tudo isso???

Claro, no lugar mais gostoso da Terra, a minha já manjada sauna de cada dia.
Uma alegria se instalou em mim, estava a uns três quarteirões da
Fragata, meu caralho começou a acordar só com meu pensamento.Corri pra lá.

Parecia que os deuses do recato estavam contra mim, entro na
sauna e me deparo com meia- dúzia de gatos pingados,era
véspera de ano-novo e nem todo mundo é vicioso como eu.

Decidido a botar pra quebrar me despi rapidinho, e saí à caça com
a minha toalhinha amarrada na cintura.Conferi a oferta de
michês: poucos, porém belos e já testados por mim.

Chupei um pau em menos de 5 minutos ali dentro, um recorde para meus padrões, só não dei o rabo porque ainda estava esfolado, mesmo sentindo um cacete rijo batendo nas minhas nádegas e uma boca sedenta sussurrando no meu ouvido resisti bravamente e me contive, tudo pelo bem maior.

Queria fazer alguma coisa que marcasse meu dia, mas o quê ???
A idéia brilhou na minha mente como uma lâmpada acesa: Transar a três, eu e dois boys, um deles como passivo enquanto eu e o outro o foderíamos sem dó.

O primeiro eu já tinha na coleira, o Gil é um michê carioca, um moreno-jambo delicioso e sacana, quando prôpus a festinha ele topou na hora
e ainda se comprometeu em arranjar o outro putinho, o prato principal no meu banquete sexual.

Todos que o Gil apresentava não me agradavam, uns era magros demais, outros muito bichinha, carinha delicada, meu tesão era ver um “macho” sendo enrabado por outro no mesmo estilo. Percebi que para por em prática minha fantasia eu teria que por a mão no bolso, soltar da jaula algumas onças, mereço o melhor e o melhor não é barato.

Escolhi um GP que apesar de chatinho é muito gostosinho, já tinha comido ele e queria dar um novo trato naquele cú rosado e incrivelmente ainda apertado, Michel é branquinho e têm olhos intensamente azuis, uma loucura.

Subimos para a suíte causando rebuliço na sauna, fiz questão que todos vissem que eu estava entrando com os boys mais belos e que derrubaríamos o lugar, os dois estavam tímidos, afinal fazem a linha profissionais e colegas de trabalho, me divertia com a situação.

Os dois começaram a me pegar formando
um suculento sanduíche, várias salsichas, seis ovos, muita luxúria.
A essa altura eu estava completamente melado, meu pau
babava sedento por aquele rabo, mandei que eles se beijassem, hesitaram
um pouco, mas cumpriram minhas ordens, os lábios se encontraram
lentamente, com receio , pouco depois as línguas se esfregava uma nas outras.

Que cena, comecei a me controlar para não gozar antes da
hora e encerrar a putaria, comecei a chupar os dois cacetes
enquanto eles se beijavam, pus os dois paus na boca, juntos eles
arregaçavam meus lábios pulsando de tesão.

Mandei que se chupassem, o carioca se recusou,
fazia a linha só ativo, o outro caiu de boca, mamamos juntos
aquele mastro, tirava o caralho e beijava o puto, colocava de novo em sua
boca e tirava mais uma vez. Enquanto ele chupava iniciei uma cunete, que delícia chupar um cú, um cú de macho, abri com as duas mãos para tentar ver o reto, enfiei meus dedos para sentir a prostáta, cheguei nela, fiz o pau dele endurecer novamente, que tesão.

Meti meu pau com força naquele buraco quentinho, nem liguei com os pedidos para foder devagar, queria rasgar aquele cú, metia e tirava, comi muito aquele putinho, ele de quatro, o rosto no travesseiro, humilhado, rezando para sair dali e eu lá, me fartando e preparando seu rabo para o outro michê que esperava excitado.

Já estava combinado que não era pra ter dó passivo, era para foder sem carinho nem respeito, deitei na cama e apreciei a cena: O michê, com seu cacete latejante de 20 cm meteu com força no cuzinho amaciado do outro, dois homens fortes, malhados e ” machos” se tornavam um só, o ativo não desconfiava que pudesse ser tão excitante comer seu colega de trabalho, começou a bombar sem dó, ignorando os gemidos de dor do outro.

Meu lado sádico estava vidrado com a cena, estava tão louco de prazer que nem notei que tinha gozado, a camisinha estava cheia de porra e eu não tinha nem tido orgasmos ainda.

O carioca ativo chegou ao êxtase, tirou a camisinha e me deu um banho de porra, grossa e braquinha, a camisinha estava com sangue, ele de fato arrombara o outro que não tinha uma cara muito feliz.
Gozei beijando sua boca deflorada e amparei seu esperma na mão passando no meu peito, juntando com o meu.

Dispensei o passivo que parecia realmente envergonhado, prometi que não revelaria aquilo a ninguém( tá!). Fui tomar uma ducha com o meu garanhão carioca, na loucura dos nossos beijos ele me convidou para ir ao Rio de Janeiro no dia seguinte para a virada, por pouco não fervi com vocês meus queridos, a putaria foi tanta que gozamos de novo, de baixo do chuveiro, entrelaçados.

No fim, mesmo gostando da experiência decidi não repeti-lá tão cedo, pelo menos com GPs, tive que ser praticamente um diretor de filme pornô, acho que se tivesse apenas com um seria mais gostoso, sei lá.