EU NO CHILLI PEPPER: TINHA ATÉ GOGO BOY PERDIDO, MAS A MINHA LÍNGUA ENCONTROU O CU DELE.

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As opções pós-Parada Gay não eram interessantes naquele dia. Ricky, meu amigo, me importunava sem parar querendo algum lugar para foder. Como chegamos tarde ao evento, os caras que valiam a pena já estavam fisgados. Sobraram bêbados, drogados e fedidos, ou seja, homens merecem distância.
O que despertou meu interesse para o Chilli Pepper não foi o local em si. Qualquer gay devasso já ouviu falar desse inferninho chique no largo do Arouche. A fila enorme foi o que me atraiu, na verdade. O preço no dia era salgado (R$ 57,00), mas pessoas de todos os tipos aguardavam pacientemente, como se atrás daquela porta houvesse algum oásis de felicidade. Fui uma delas. Foram exatos 51 minutos de espera para poder me despir e esquecer o mundo lá fora.
O local realmente é diferenciado. Não é um hotel como eles vendem, mas uma sauna grande, com quartos e cabines, para quem quiser mais privacidade. Óbvio que nada chega a 100% de qualidade, mas o staff do Chilli Pepper realmente se esforça. Pouquíssimos dissabores. 
Assim que “vesti a toalha” me despedi do Ricky. Não gosto de transar na frente de amigos, ainda tenho alguns pudores. Andei por alguns minutos para conhecer os ambientes e o público, formado de assalariados à “contas gordas”. Percebi um certo carão, um climão, entre as pessoas, principalmente lançado pelos mais bonitos. Mas não me surpreendi porque minha experiência me blinda dos patéticos. Mas tem bicha que sofre.

O segundo andar é o mais fervido. Tem uma espécie de labirinto onde a coisa acontece de fato. Além das tais cabines. Um ou outro atrevido por até ser convidado para alguma brincadeira mais íntima. Recebi o convite, mas senti que o nível de loucura ali dentro já estava alto demais para a minha sobriedade. 
Algo que me chamou a atenção foi a grande quantidade de preservativos que a casa oferece. E preservativo bom. Ali, só pega alguma doença quem for suicida mesmo. 
Rodrigo tem um cu bem saboroso

Após quatro horas as coisas já estavam entediantes. Fiz sauna, gastei horrores no bar (R$ 9,00 por uma Coca), chupei alguns paus, fui chupado, dei a bunda, tudo como manda o protocolo do sexo casual. Tinha a piscina, é verdade. Mas eu não entraria nem sob ameaça. Morro de nojo. Vi “casais” trepando ali dentro e algumas pessoas que não conhecem a utilidade de um sabonete. Não, obrigado!

Fui dar uma última volta antes de ir quando o vi no mini-cinema. Nem sei se ele ainda é gogo boy. Mesmo assim ainda serviria para realizar uma fantasia. Rodrigo Nunes, acho que é esse o nome. O corpo não está como na foto, mas ainda era um diferencial entre os putos, sem dúvida. 

Uma maricona mamava loucamente o cacete dele quando me aproximei. Fui direto: Quero chupar o seu cu. Posso?
Ele fez que sim com a cabeça. Me abaixe e comecei a explorar. Primeiros com os dedos, deixando tudo mais molhado. Toquei a língua de leve e ele gemeu. Dispensou a maricona, se deitou no banco abrindo mais o cuzão para mim. Fiquei ali por uns dez minutos observando cada prega se retraindo para mim. Outros já estavam na fila com os paus babando em cima de mim. Decidi dividir e me afastei.  
Alguém me encostou na parede e meteu a boca no meu cacete. Gozei rápido. O desconhecido bebeu tudo. Dei um tapinha de agradecimento, como sempre faço, e fui embora. Satisfeito!

Foi uma experiência muito boa e pretendo repeti-la. Aconselho principalmente para aqueles que se cansaram de bancar michês. É uma alternativa.  Mas escreverei sobre isso em breve.

Os benefícios em explorar novos lugares podem causar ótimas sensações.
Péssimas também!
Arrisquem-se!

3 thoughts on “EU NO CHILLI PEPPER: TINHA ATÉ GOGO BOY PERDIDO, MAS A MINHA LÍNGUA ENCONTROU O CU DELE.

  1. Fiquei excitado com o seu relato.
    Adoro essas aventuras inesperadas,sao as melhores.
    Parabens!

  2. Já estive na Chili Pepper, muito rapidamente. E fui à antiga 269 algumas vezes. Nunca saí sem fazer nada, porém o que notei é o excesso de carão. Evidente que tem muito puto safado afim de gozar, mas há uma quantidade imensa de bichas que pensam estar na The Week. O preço da entrada e das bebidas é altíssimo, mas as instalações são muito melhores que as da fragata ou lagoa e, mesmo pagando caro tudo, ainda assim pode sair mais barato – e mais prazeroso – que sair com um michê. É preciso, contudo, alguma sorte e muita cara de pau.

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