ESTEVÃO OLIVEIRA DANDO O CU SEM CAMISINHA

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Ou assista aqui.

 

 

UMA REFLEXÃO…

Vocês perceberam como ficou comum a gente falar do sexo sem camisinha? Não é uma crítica, estou abrindo uma reflexão. Pouco tempo atrás uma transa bareback era uma chamariz para vender cenas. Hoje é tão banal que as fodas com camisinhas é que estão causando estranhamento e repulsa.

 

Outro dia li em algum lugar se ainda faz sentindo cenas de sexo com atores usando preservativo. Achei estranho porque a pergunta deveria ser outra, mas ao mesmo tempo, como consumidor da putaria virtual, entendi o questionamento. 

 

No fundo tudo parece simples, porém é muito complexo. As maiores vítimas são os profissionais que não se consideram assim. É sempre a questão da grana, do retorno financeiro. O que eles não entendem é que um grupo pequeno ganha muito sobre o suor do rabo deles, e dos perigos que eles correm. E não adianta falar de Truvada, de exames e de outras merdas. Há perigos em várias esferas além do físico, porque muitos desconsideram os males causados à psiquê

 

Vou sempre apertar na tecla de que o sistema de pagamento desses garotos é injusto e deveria haver uma regulamentação. Eu, como consumidor, gozo com culpa sim! Nós participamos desse sistema injusto. Participamos de cada suicídio, morte por overdose, depressão…

Aceitar este fato é difícil.

Se permitir refletir já é o começo e é poderoso. 

 

11 thoughts on “ESTEVÃO OLIVEIRA DANDO O CU SEM CAMISINHA

  1. A situação realmente é complicada. O Twitter é terra de ninguém basta rodar por uns perfis lá que vc vê… E outra: o ser humano é tipicamente inconsequente: ele acha que nada vai acontecer com consigo. A galera paga de moderna, desconstruída e sem tabus mas muitos descarregam nas práticas sexuais altíssimas doses de neuroses envolvendo viciações variadas e comportamentos auto destrutivos. Muita gente, guiada pelo inconsciente descontrolado nem tem noção do que está fazendo a si mesmo.

  2. Como sempre, abordando temas excelentes. Realmente, uns anos atrás, algumas produtoras faziam grande sucesso justamente por produzirem cenas bareback, algo que não era comum nesse meio. Hoje tornou-se algo banal: qualquer produção – profissional ou amadora – é de sexo sem preservativo. Tanto entre garotos de programas, atores pornôs e fãs do mundo do sexo. Acompanho alguns perfis no Twitter e acho que se vi 10 cenas com preservativo foram muitas. E outra coisa que acho curiosa, é a exposição desses profissionais do sexo (atores pornôs e michês) nessas páginas, fazendo sexo sem proteção, muitas vezes de forma “gratuita”. Nada contra, já que eles tem total direito de irem para cama pelo prazer, não apenas por dinheiro. Mas fico pensando com visão de cliente: para que eu vou pagar para um rapaz, que vive frequentando surubas, banheirão, cabines e todo tipo de lugar de pegação, faz sexo com qualquer um que apareça e ainda sem nenhuma proteção? Acho que é um tipo de exposição desnecessária, que como você falou, cedo ou tarde irá afetar a saúde física ou mental. E quanto a PrEP, fico perguntando se realmente foi um “avanço” na saúde, já que muitos usam disso como desculpa para sair por ai extinguindo de vez o preservativo. Não sou expert no assunto, mas acredito que esse seja um tratamento com “restrições”, que te “protege” em alguns aspectos, mas dependendo de sua atividade sexual, pode não ter o efeito esperado. Sem contar que mesmo em uso desse tratamento, continua exposto a tantas outras doenças, que podem ser tão ruins como o HIV. E como um colega salientou, tem ainda aqueles que não fazem o tratamento, mas alegam fazer para tentar “ludibriar” o parceiro. Enfim, é uma questão bem complicada. Talvez quando percebam o real malefício, seja tarde demais. Mas, cada um sabe o que faz para si e como digo, não dá para acreditar nas palavras de uma pessoa com tesão, independente de qualquer coisa, a iniciativa de buscar proteção tem que partir sempre da pessoa, não pode esperar que o parceiro faça isso.

  3. Falou tudo Pietro. Fico assustado no twitter. Só tem postagem bare. E não é só o HIV que as estatísticas estão gritando como piorou: na cidade de SP 1 em cada 4 homens que fazem sexo com homens são soro positivos, ou seja, incríveis 25 %. A média anos atrás era de 3 % (TRÊS PORCENTO) de uma doença que após quase quarenta anos que surgiu, enorme repercussão, investimento maciço em pesquisas, ainda não se conseguiu descobrir a cura. Fora uma enormidade de doenças infecciosas que rolam no sexo.
    Quanto ao mea culpa do circulo vicioso que alimentamos consumindo pornografia, concordo também, e ultimamente tenho batido punheta assistindo mais aos vídeos amadores, sem exploração de quem está trepando. Mas acho que é uma situação quase insolúvel. Tenho 48 anos e mesmo no anos 70, 80 e 90 sempre se teve muito caso de depressão, overdose e suicídio. Muito triste. E isto em todos os países, inclusive os ricos. Uma questão de saúde pública que merecia uma atenção dos governos que preferem não se envolver pelo estigma social que a atividade sofre. Uma bobagem já que a pornografia continua forte e crescente, mas a exploração dos ditos “empresários” dos atores não muda. FUI. Falei demais.

  4. BICHA CHATAAAA só sabe falar disso, ta doida pra dar esse cu sem camisinha e isso se nao faz… muda o disco viado

  5. O problema principal nem é a prep, e o caráter das pessoas – hiv + que pra transar sem capa dizem estarem usando a tal pilula, caras que estao com alguma dst e mesmo assim continuam transando sem capa (vi outro dia no twiiter o carinha dizendo q nao sarava da infeccao e tava nas surubas bare da vida, olha so a merda). E outra, tem inumeras doenças q daqui a pouco vao bombar: sifilis, super bacteria da gonorreia, pau e cu cheio de feridas de herpes, cheio de verrugas do hpv, fora as hepatites B (tem vacina) e C, que numa fase aguda, pode até matar.
    Sinceramente, estou com medo.

  6. A saúde mental me preocupa tanto quanto a física. Poucos nasceram para viver do sexo de verdade, independente do dinheiro.
    Moro na Bela Vista em um prédio com 5589305 michês, fiquei próximo de um (sem interesse).

    No começo a história era uma: não estava nem aí pra nada, era feliz, ganhava rios de dinheiro, etc etc etc. Com a intimidade veio a real: ganhava pouco, depressivo, mal resolvido sexualmente, propenso a ataques violentos… só tinha sorte de não ser drogado e a família não excluía ele.

  7. A Prep é segura, mas já mostrou ser falha quando há um número excessivo de parceiros sexuais. Além dos efeitos colaterais a longo prazo que ainda não são conclusivos. Sem contar que ainda temos inúmeras doenças e infecções.

  8. Ele usa prep. Não tem perigo. Antes de fazer essaa cenas, eles provam que tao usando prep. Ele é um amor de pessoa, sempre falo com ele no insta

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