A CRISE AFETA TODO MUNDO! ANDERSON DIAS

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O delicioso Anderson Dias chamou a atenção (principalmente dos gays) quando o seu pai, o pedreiro Amarildo, foi “convidado a se retirar do mundo” por policiais militares na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro. O tipo físico do belo negro, em constraste com os olhos verdes e o corpo sarado, despertou o interesse de algumas agências na cidade. Anderson fez alguns trabalhos, mas nunca conseguiu se firmar como modelo e sobreviver da profissão.

 

Semana passada, jornais cariocas noticiaram que Anderson havia virado flanelinha na cidade. Matérias bem sensacionalistas, pra dizer a verdade.

 

Segundo Sergio Mattos, dono da agência da qual o modelo faz parte, existe no momento uma grande crise no setor fashion carioca. Grandes eventos de moda não aconteceram no Rio, e foram absorvidos por São Paulo. Muitos modelos da agência, além de Anderson, precisaram conciliar as passarelas com outras profissões, como garçom e pedreiro, vendedor. 

 

Em entrevista a um site de fofoca, Anderson disse: “Moro com a minha mãe na Rocinha e preciso me virar. Não tem aparecido trabalho como modelo. Nos fins de semana, sou flanelinha dos carros que estacionam e, durante a semana, ajudo meus tios como pedreiro. Quando tem trabalho como modelo, também faço. A vida segue”

O gato poderia optar pelo caminho mais fácil, principalmente no Rio de Janeiro, que é um verdadeiro paraíso sexual. Ele preferiu o trabalho pesado ao invés das toalhas de sauna ou as esquinas de Copacabana. 

 

Por isso, certas desculpinhas não colam. 

 

O corpo é da pessoa e ela faz o que quiser, mas deve assumir, pra si própria, os reais motivos de certas decisões.

O flanelinha mais gostoso do Brasil?

Pietro Damasceno

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